sábado, dezembro 13

PM envolvido no caso João Roberto é absolvido da acusação de homicídio


“O cabo da Polícia Militar William de Paula foi absolvido, por 4 votos a 3, da acusação de homicídio duplamente qualificado (com uso de arma de fogo e quando não há chance de defesa para a vítima) do menino João Roberto, de 3 anos. O garoto morreu em julho deste ano, na Tijuca, na Zona Norte do Rio de Janeiro.

João Roberto foi atingido por três tiros – sendo um deles na cabeça – dentro do carro da mãe, na noite do dia 6 de julho. Alessandra voltava para casa com João e Vinícius, então com 9 meses, quando parou seu carro para dar passagem à patrulha da PM. Os policiais disseram na época que teriam confundido o carro de Alessandra com o carro de criminosos que estavam perseguindo e atiraram 17 vezes contra o carro.”

Bom, vamos lá. Eu não gosto da polícia. Nunca gostei. E acho que nos últimos anos a polícia, que deveriam nos servir e proteger, geram mais medo que os próprios criminosos. Pelo simples fato de acharem que estão acima da lei, e que todos os seus atos podem justificar a causa. O que vemos ai foi uma completa incompetência. Simples! Fuzilaram o carro de uma civil com 17 tiros. Não pediram que saíssem, não deram tiros de aviso, não pediram para se render, nada. Simplesmente pararam... e atiraram.

Há realmente pessoas que fazem o bem na polícia, que são honestas, mas são poucas. Hoje a grande maioria é corrupta e querem se dar bem abusando da autoridade. E isso nós vemos toda hora! Vemos policiais que formam quadrilhas de extermínio, que vivem de suborno, que apreendem mercadorias e levam para suas casas.

Segundo a família, o Juri estava "cochilando" durante o julgamento. Sabe o que é mais engraçado? A idéia do Juri popular é dar ao povo a chance de decidir pelo povo. Agora isso mostra outro ponto negativo, que as pessoas não levam a sério. O Juri é a voz que decide o rumo de um julgamento, e para estarem dormindo, nenhum deles devia ter noção da responsabilidade que carregavam. A vida de um policial que poderia ser condenada, e a morte de uma criança que OBVIAMENTE não morreu "sem querer".

O cabo foi condenado apenas por lesão corporal, pois uma das balas atingiu a mãe da criança. A condenação? Um ano de prestação de serviços. Chega a dar nojo, o quanto é claro o que aconteceu, e o cabo ser condenado à prestação de serviços! Prestação de serviços é pena pra quem é usuário de drogas! É uma das sentenças mais ridículas da justiça atual! Uma criança foi morta, e a sentença é serviço social? Desanima.

2 comentários:

Valfredo Mateus disse...

ehhh, ontem mesmo tava comentando com meus pais que à policia falta preparação psicológica. Ainda ontem, um policial em pleno sol de Joao Pessoa algemava um ladrão e indiretamente o deixava em pé e descalço no chão quente e pegando fogo. É de lascar! Eu fiquei revoltado, porque a moda agora é o discurso de direitos humanos. Mas só o discurso.

Abraço!

Inté!

otsuu disse...

revoltanteeeeeeeeee>_<